A vista das janelas do restaurante Golvet em Berlim

De corpo e alma

Artigo
Com a sua localização única no oitavo andar do edifício «Loeser & Wolff» na Potsdamer Platz, em Berlim, o restaurante com estrelas Michelin, GOLVET, evoca uma vibrante impressão metropolitana. Assim, durante uma visita os clientes desfrutam não só da comida de primeira classe, mas também da fantástica vista sobre a capital. Neste lugar único, Jonas Zörner exerce a sua grande paixão: cozinhar. Descobriu o seu fascínio por esta arte culinária aos 13 anos de idade, pelo que trabalhou em restaurantes como ajudante de cozinha ou lava-pratos aos fins de semana. Rapidamente desenvolveu a aspiração de passar para o segmento da restauração de luxo, uma decisão da qual não se arrependeu até hoje. Graças à sua elevada tenacidade e ambição, o seu percurso levou-o ao restaurante com estrelas Michelin, GOLVET, em Berlim, em 2018. Apenas dois anos mais tarde, Jonas Zörner foi nomeado chefe de cozinha. Falámos em exclusivo com ele.
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Entrevista com o chefe de cozinha do GOLVET, Jonas Zörner

O chefe Jonas Zörner está sentado num sofá e olha pela janela do restaurante.

Em suma: o que significa o GOLVET? 

O GOLVET é sinónimo de hospitalidade vivenciada. Queremos afastar-nos de clichés enraizados e simplesmente providenciar um momento inesquecível para os nossos clientes, onde não tenham de se preocupar com nada e possam desfrutar descontraidamente. Chamamos a isto «Casual fine dining».
 

Como descreveria a sua forma de cozinhar?

Cozinho de uma forma muito simples, onde um jogo entre doçura, acidez e sal é muito importante para mim. Isto é frequentemente complementado por apontamentos de picante ou aromas mais acres, tais como ervas ou uma nota cítrica. Para mim, a arte deve estar sempre patente em tudo. Porque quero ver o cozinheiro a debater-se com o produto para proporcionar o melhor sabor e apresentação possíveis.

Uma estatueta verde numa sala com uma parede de cor terracota.

De que forma é que, enquanto chefe de cozinha, molda o carácter do restaurante?

Eu próprio estou sempre nas instalações, sempre no meio das coisas e disponível como pessoa de referência para todos. Para mim, o foco está na minha equipa, porque somente juntos podemos ser bem-sucedidos e alcançar os nossos objetivos. Há muito tempo que não sou «apenas» um chefe de cozinha. Também exerço funções muitas vezes como porteiro, faz-tudo, lava-pratos ou assistente social no GOLVET. Eu vivo o conceito de equipa, onde resolvemos todos os problemas em conjunto.

No GOLVET, o cliente desfruta não só de comida requintada, mas também de arte. Como é que se conseguiu combinar estes dois pontos?

Queríamos criar um restaurante moderno: uma cozinha de topo ambiciosa, sem a inflexibilidade pautada por clichés. É por isso que a arte urbana e a arte moderna adornam o GOLVET em muitos espaços e descontraem o ambiente. Isto começa com a seleção da música, continua com a iluminação e finalmente termina numa parede com «Notes of Berlin»: uma coleção de posters e notas engraçadas encontradas por Berlim, que vão desde queixas da vizinhança passando por anúncios de perdidos e achados até declarações de amor.

Uma tigela de porcelana branca com uma coloração verde clara no centro, cheia de sopa.

No GOLVET, os clientes comem em porcelana Hering. O que torna isto tão especial?

Esta porcelana única e de alta qualidade providencia-nos a plataforma perfeita e convence pela sua elegância discreta. Ao longo dos anos, estabelecemos uma colaboração muito estreita com este fabricante de porcelana e complementamo-nos na perfeição.

Qual é o seu prato favorito?

O meu prato favorito é fricassé de frango. Tivemo-lo tradicionalmente no restaurante em ocasiões festivas.

 

Este artigo faz parte da nossa revista para clientes «Welcome & Stay». Pode descarregar a versão digital da revista.

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